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Glossário de acesso remoto

Os termos que aparecem em manuais, configurações e conversas com o suporte, explicados de forma que qualquer pessoa entenda.

A — C

Acesso não supervisionado. Modo em que a conexão é autorizada por senha, sem que alguém precise clicar em “aceitar” na máquina de destino. Guia

Allowlist (lista de permissões). Relação de identificadores autorizados a solicitar conexão. Qualquer origem fora dela é recusada antes da autenticação. É a proteção mais eficaz contra tentativas indesejadas.

Alias. Nome amigável que substitui o número identificador, no formato nome@ad. Facilita ditar o endereço por telefone.

Área de transferência. Memória temporária usada por copiar e colar. Em acesso remoto, pode ser sincronizada entre as duas máquinas.

Banda (largura de banda). Quantidade de dados transmitidos por segundo. Determina a qualidade máxima de imagem possível na sessão.

Codec. Algoritmo que comprime e descomprime a imagem transmitida. Codecs desenvolvidos para interfaces gráficas — como o DeskRT — preservam melhor a nitidez de texto do que codecs de vídeo genéricos.

D — L

DeskRT. Codec proprietário do AnyDesk, otimizado para transmitir telas de sistemas operacionais com baixa latência.

Firewall. Sistema que filtra o tráfego de rede. É a causa mais comum de falhas de conexão em ambientes corporativos.

FPS (quadros por segundo). Número de atualizações de tela transmitidas a cada segundo. Acima de 25 FPS o movimento parece contínuo.

Hardware acceleration. Uso da placa de vídeo para comprimir ou descomprimir a imagem, aliviando o processador. Em drivers antigos, é causa frequente de tela preta.

ID (identificador). Número que identifica um dispositivo na rede da ferramenta de acesso remoto. Guia

Latência. Atraso entre uma ação e a resposta visível, medido em milissegundos. Abaixo de 50 ms a sessão parece local; acima de 150 ms o uso fica desconfortável.

M — R

NAT. Tradução de endereços de rede. É o que permite vários dispositivos compartilharem um único endereço IP público — e também o que impede que duas máquinas domésticas se enxerguem diretamente.

NAT traversal. Conjunto de técnicas que permite estabelecer conexão direta apesar do NAT, sem configurar o roteador. É o que faz o acesso remoto “simplesmente funcionar”.

Portátil (portable). Programa que roda sem instalação, sem gravar dados no registro do sistema. Guia

Proxy. Servidor intermediário por onde passa o tráfego de rede em muitas empresas. Precisa ser configurado no cliente quando exige autenticação.

RDP. Remote Desktop Protocol, protocolo nativo da Microsoft. Muito eficiente em rede local, mas exige VPN ou redirecionamento de portas para uso pela internet.

Relay (retransmissão). Servidor que encaminha o tráfego quando não há rota direta entre as duas máquinas. Aumenta a latência, mas garante que a conexão funcione.

RSA 2048. Algoritmo de criptografia assimétrica usado para trocar chaves de sessão e verificar a identidade de cada ponto da conexão.

S — Z

Sessão. Cada conexão ativa entre duas máquinas, do início ao encerramento.

SSE2. Conjunto de instruções de processador exigido por muitos softwares modernos. Presente em praticamente todas as CPUs desde 2005.

TLS 1.2. Protocolo de criptografia que protege os dados em trânsito. É o mesmo padrão usado por bancos em conexões HTTPS.

Token de acesso. Credencial salva no computador de origem que dispensa digitar a senha nas próximas conexões. Conveniente e arriscado: quem controlar aquela máquina herda o acesso.

2FA (autenticação de dois fatores). Segunda camada de verificação além da senha, normalmente um código temporário gerado por aplicativo.

UAC. Controle de Conta de Usuário do Windows. Suas janelas rodam em área protegida que programas comuns não capturam, exigindo elevação de privilégio para funcionar em sessão remota.

Wayland. Servidor gráfico moderno do Linux. Isola aplicativos por segurança, o que impede a injeção de comandos de mouse e teclado por ferramentas de acesso remoto.

Wake-on-LAN. Recurso que permite ligar um computador remotamente por um pacote de rede especial. Depende de suporte na placa-mãe e de configuração na rede.

Xorg. Servidor gráfico tradicional do Linux. Permite controle remoto completo, ao contrário do Wayland.

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